Cuba monitora movimentações militares dos EUA e se prepara para uma possível invasão, em meio a ameaças de Donald Trump e o recrudescimento do bloqueio econômico.
Cuba está monitorando de perto a movimentação militar dos Estados Unidos e se preparando para uma possível invasão, após ameaças do presidente Donald Trump de “tomar Cuba”. O embaixador cubano José R. Cabañas Rodríguez destacou que a invasão é uma possibilidade histórica para a qual a ilha sempre esteve preparada, citando a base naval de Guantánamo como um potencial ponto de partida para uma ação militar americana.
O país enfrenta um recrudescimento do bloqueio econômico, que tem causado escassez de petróleo e apagões, levando a negociações com Washington e ao recebimento de um petroleiro russo. O presidente cubano Miguel Díaz-Canel denunciou o bloqueio energético na ONU como uma punição coletiva e reafirmou a determinação de resistir, enquanto um movimento de solidariedade dentro dos EUA, incluindo parlamentares democratas, critica o bloqueio e defende a normalização das relações.
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