O governo do presidente Donald Trump elevou a retórica e a pressão militar contra Cuba, intensificando a vigilância aérea e a imposição de sanções econômicas. O cenário de tensão é agravado pela crise humanitária na ilha, que sofre com a perda de apoio energético da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro. Embora Trump tenha sugerido publicamente o envio de um porta-aviões para a região, o presidente brasileiro, Lula, declarou que o líder americano assegurou, em conversas privadas, que não pretende realizar uma invasão terrestre. Analistas de defesa ponderam que, caso ocorra uma intervenção, Washington pode optar por ataques cirúrgicos à distância para desestabilizar o regime, em vez de uma ocupação direta. O clima de incerteza permanece elevado, com observadores atentos ao dia 20 de maio, data que marca a independência do país.
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