O governo Trump, por meio do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), incluiu o Pix em um relatório sobre barreiras comerciais, alegando que o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro prejudica empresas americanas. Esta crítica reacende a discussão sobre possíveis retaliações dos EUA e a defesa da soberania nacional pelo governo brasileiro.
Em resposta, o governo brasileiro, incluindo o presidente Lula, defendeu o Pix, afirmando que o sistema não será alterado. Especialistas apontam que, embora os EUA não tenham jurisdição direta sobre o Pix, podem aplicar medidas comerciais como tarifas ou suspensão de benefícios. A investigação da Seção 301 do Trade Act de 1974 contra o Brasil é ampla e abrange outros temas além do Pix, como etanol e desmatamento, refletindo uma estratégia mais vasta dos EUA contra sistemas de pagamentos domésticos em diversos países.
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