Uma investigação interna do Banco Central concluiu que o ex-chefe de Supervisão Bancária, Belline Santana, simulou contratos para ocultar R$ 4 milhões em propina de operador ligado ao Banco Master.
Uma investigação interna do Banco Central (BC) concluiu que Belline Santana, ex-chefe de Supervisão Bancária da instituição, simulou contratos no valor de R$ 4 milhões para ocultar o recebimento de propina. Os pagamentos teriam sido feitos por um operador ligado ao Banco Master. Segundo a apuração, dois contratos foram forjados para disfarçar a origem ilícita dos fundos, e um relatório foi utilizado como fachada para justificar as transações.
A investigação interna do BC aponta que Santana teria se valido de sua posição para beneficiar o Banco Master, recebendo em troca os valores que foram disfarçados por meio dos contratos simulados. A conclusão do inquérito interno reforça as suspeitas de corrupção envolvendo um alto funcionário da autoridade monetária brasileira.
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