Uma auditoria interna do BRB revelou um aumento exponencial na participação acionária de indivíduos e fundos vinculados ao Banco Master, saltando de 0,0007% para 23,5% do capital social. Este crescimento, de 33 mil vezes, ocorreu em meio a negociações de aquisição e levantou suspeitas de fraude financeira e lavagem de dinheiro, levando o BRB a solicitar o bloqueio de bens dos envolvidos. A Polícia Federal está investigando o caso, que inclui alegações de uso de “créditos podres” e “laranjas” para ocultar os reais acionistas.
O BRB também identificou que, no mesmo período, houve um aumento significativo nas operações de crédito com o Banco Master, totalizando a aquisição de R$ 26,6 bilhões em carteiras de crédito com “falhas graves e indícios relevantes de irregularidades”. A responsabilidade é atribuída à gestão anterior do BRB, liderada por Paulo Henrique Costa, que foi detido sob suspeita de receber R$ 146 milhões em imóveis para facilitar as negociações. O BRB celebrou um memorando de entendimento com a Quadra Capital para vender parte dos ativos do Master e aprovou um aumento de capital de até R$ 8,8 bilhões.
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