A China atuou nos bastidores para mediar um cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã, com o Paquistão desempenhando o papel de mediador público. O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, reconheceram publicamente a influência chinesa na trégua. A intervenção de Pequim foi impulsionada por interesses econômicos, dado que o conflito ameaçava seu fornecimento de energia e a estabilidade regional.
Essa ação marca uma mudança na política externa chinesa, que tradicionalmente evita envolver-se em conflitos internacionais. A China busca capital político com essa mediação, especialmente antes de uma cúpula remarcada com Trump. Embora o Irã procure garantias de segurança da China, analistas consideram improvável que Pequim ofereça compromissos militares explícitos, focando em apoio econômico e na reconstrução da capacidade de defesa iraniana.
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