O Goldman Sachs elevou a recomendação da Brava Energia (BRAV3) para compra, com preço-alvo de R$ 24,50, vendo um risco-retorno atrativo e potencial de alta de 16%.
O Goldman Sachs elevou a recomendação da Brava Energia (BRAV3) para compra, estabelecendo um preço-alvo de R$ 24,50. A decisão reflete a percepção do banco de um risco-retorno atrativo e um potencial de alta de 16% para as ações da companhia, apesar do desempenho recente abaixo do esperado no mercado. As ações da Brava recuaram 5,31% após o anúncio de cessar-fogo entre EUA e Irã, que impactou os preços do petróleo.
O banco aponta que a estratégia de hedge da Brava para 2026, com 70% da produção protegida a preços baixos, pode explicar a performance fraca. No entanto, o Goldman projeta um yield de fluxo de caixa livre de 25% em 2027 para a Brava, considerando um preço médio do petróleo de US$ 72 por barril. A desalavancagem da companhia é vista como um fator que pode abrir espaço para aumento na distribuição de dividendos, com yield de dois dígitos entre 2027 e 2028. O banco também prevê um crescimento de produção de 12% em 2027 com a conexão de novos poços em Atlanta e Papa Terra, mantendo sua preferência por PRIO (PRIO3) e recomendando compra para Petrobras (PETR4; PETR3) no setor de óleo e gás.
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