Goldman Sachs eleva recomendação da Bradsaúde para compra
O banco elevou o preço-alvo da SAUD3 para R$ 16,00, citando o crescimento operacional e a robusta posição de caixa da companhia.
Pontos principais
- A recomendação da Bradsaúde (SAUD3) subiu de venda para compra.
- O novo preço-alvo estipulado pelo Goldman Sachs é de R$ 16,00.
- A fusão com a Odontoprev e a joint venture Atlântica D’Or são vistas como diferenciais competitivos.
- A empresa mantém uma posição líquida de caixa de R$ 8 bilhões, favorecida pelo atual patamar da Selic.
- Analistas alertam para a baixa liquidez do papel e a meta de ampliar o free float até 2027.
O Goldman Sachs elevou a recomendação das ações da Bradsaúde (SAUD3) para compra, estabelecendo um preço-alvo de R$ 16,00. Segundo os analistas, a companhia apresenta uma combinação estratégica de crescimento operacional e proteção financeira, especialmente em um cenário de juros elevados. A integração dos ativos de saúde do Bradesco com a operação da Odontoprev, somada ao potencial da joint venture Atlântica D’Or, posiciona a empresa de forma competitiva no setor. Além disso, a Bradsaúde conta com uma posição líquida de caixa robusta, estimada em R$ 8 bilhões, que gera retornos positivos com a Selic em patamares altos. Apesar do otimismo, o relatório ressalta riscos operacionais, como a necessidade de aumentar o free float da empresa até 2027 e a atual baixa liquidez dos papéis no mercado.
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