Brava Energia atualiza reservas e vê queda, mas corte de capex agrada bancos
A Brava Energia (BRAV3) atualizou suas reservas provadas (1P) para 459 milhões de boe, com queda de 4%, mas a redução do Capex sustenta a visão positiva de bancos.
Pontos principais
- As reservas provadas (1P) da Brava Energia totalizam 459 milhões de barris de óleo equivalente (boe), uma queda de 4% anualmente.
- O Valor Presente Líquido (VPL) das reservas 1P é estimado em R$ 35,94 bilhões (US$ 7,2 bilhões).
- A queda nas reservas reflete o ramp-up dos campos de Atlanta e Papa-Terra e a redução de escala em ativos onshore.
- O Capex por barril de óleo equivalente (boe) recuou 18%, para US$ 4,9, impulsionado por Atlanta e Potiguar.
- Bancos como Morgan Stanley, JPMorgan e Bradesco BBI mantiveram recomendação de compra, destacando a redução do Capex.
A Brava Energia (BRAV3) divulgou a atualização de suas reservas provadas (1P) para 459 milhões de barris de óleo equivalente (boe), representando uma queda anual de 4%. O Valor Presente Líquido (VPL) dessas reservas é estimado em US$ 7,2 bilhões, equivalente a R$ 35,94 bilhões. A redução nas reservas é atribuída ao ramp-up dos campos de Atlanta e Papa-Terra, além da diminuição da escala em ativos onshore. As reservas provadas mais prováveis (2P) somam 611 milhões de boe, com um VPL de US$ 9,1 bilhões (R$ 45,4 bilhões).
Apesar da queda nas reservas, a empresa registrou uma redução de 18% no Capex por boe, atingindo US$ 4,9, impulsionado pelos campos de Atlanta e Potiguar. Essa racionalização de investimentos foi vista positivamente por bancos como Morgan Stanley, JPMorgan e Bradesco BBI, que mantiveram suas recomendações de compra para as ações da Brava Energia. A certificação abrange ativos Onshore (Potiguar e Recôncavo) e Offshore (Atlanta, Papa-Terra, Parque das Conchas, Peroá, Manati e Ubarana), com o campo de Pescada não incluído no escopo.
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