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BRB envia relatório de auditoria sobre Banco Master à PF

O BRB encaminhou à Polícia Federal o relatório final de uma auditoria externa sobre seus negócios com o Banco Master, enquanto a Câmara Legislativa do DF convoca o presidente do banco para explicações.

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Foto: G1 Política
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07/04 às 14:03 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • O BRB concluiu e enviou à Polícia Federal o relatório de auditoria externa sobre os negócios com o Banco Master.
  • A Polícia Federal já investiga suspeitas de gestão fraudulenta de diretores do BRB relacionadas ao caso Master desde fevereiro.
  • A Câmara Legislativa do DF convocou o presidente do BRB e o secretário adjunto de Economia do DF para explicar a crise financeira.
  • O BRB enfrenta problemas de liquidez e prejuízos bilionários após a compra de carteiras de crédito do Banco Master.
  • O ex-governador Ibaneis Rocha é apontado como responsável político pela operação e foi convocado pela CPMI do Crime Organizado.

O Banco de Brasília (BRB) encaminhou à Polícia Federal o relatório final de uma auditoria externa que investigou seus negócios com o Banco Master. A auditoria, conduzida pelo escritório Machado Meyer Advogados com assistência da Kroll, foi concluída após a PF já ter aberto um inquérito em fevereiro para apurar suspeitas de gestão fraudulenta de diretores passados do BRB no caso Master. O BRB havia pago R$ 12 bilhões por carteiras de crédito do Banco Master, que é alvo de apurações por fraudes financeiras bilionárias, com prejuízo estimado para o BRB em até R$ 5 bilhões.

Paralelamente, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou a convocação do presidente do BRB e do secretário adjunto de Economia do DF para prestar esclarecimentos sobre a crise financeira do banco. A medida foi tomada após a ausência de ambos em uma audiência pública anterior. O BRB enfrenta problemas de liquidez e uma crise de confiança devido aos prejuízos decorrentes da compra das carteiras de crédito. O ex-governador Ibaneis Rocha é apontado como responsável político pela operação e também foi convocado para depor na CPMI do Crime Organizado no Congresso Nacional.

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