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UE e países muçulmanos criticam lei de pena de morte em Israel

A União Europeia e oito nações de maioria muçulmana condenaram a nova lei israelense que prevê pena de morte para palestinos condenados por ataques letais.

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Foto: G1 Mundo
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02/04 às 14:01

Pontos principais

  • O Parlamento israelense aprovou uma lei que estabelece a pena de morte por enforcamento para palestinos condenados por ataques letais.
  • A União Europeia classificou a legislação como discriminatória e um grave retrocesso, instando Israel a respeitar o direito internacional.
  • Oito países de maioria muçulmana emitiram uma declaração conjunta condenando a lei como uma "escalada perigosa".
  • Críticos argumentam que a lei seria aplicada apenas a palestinos, enquanto defensores alegam que ela impedirá ataques mortais.
  • A presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa alertou que a aprovação da lei pode levar à exclusão de Israel do Conselho.

A União Europeia e oito países de maioria muçulmana criticaram veementemente a nova lei de Israel que prevê a pena de morte por enforcamento para palestinos condenados por ataques letais. A legislação, aprovada pelo Parlamento israelense, visa punir aqueles que cometerem ataques com o objetivo de "acabar com a existência de Israel".

A UE divulgou uma nota classificando a lei como discriminatória e um "grave retrocesso", enquanto nações como Paquistão, Turquia e Arábia Saudita a condenaram em uma declaração conjunta, chamando-a de "escalada perigosa". Críticos argumentam que a medida seria aplicada apenas a palestinos, não a judeus israelenses que cometeram crimes semelhantes. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, também condenou a legislação, e a presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa alertou para uma possível exclusão de Israel do Conselho.

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