A União Europeia e oito países de maioria muçulmana criticaram veementemente a nova lei de Israel que prevê a pena de morte por enforcamento para palestinos condenados por ataques letais. A legislação, aprovada pelo Parlamento israelense, visa punir aqueles que cometerem ataques com o objetivo de "acabar com a existência de Israel".
A UE divulgou uma nota classificando a lei como discriminatória e um "grave retrocesso", enquanto nações como Paquistão, Turquia e Arábia Saudita a condenaram em uma declaração conjunta, chamando-a de "escalada perigosa". Críticos argumentam que a medida seria aplicada apenas a palestinos, não a judeus israelenses que cometeram crimes semelhantes. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, também condenou a legislação, e a presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa alertou para uma possível exclusão de Israel do Conselho.
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