O ministro de Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, celebrou a aprovação de uma lei que institui a pena de morte para palestinos condenados por homicídio, usando um broche de forca e estourando champagne no Parlamento israelense. A lei, impulsionada por Ben Gvir e aprovada pelo Knesset, torna a pena de morte padrão em tribunais militares para "atos de terrorismo". A celebração de Ben Gvir e a aprovação da lei geraram forte condenação. Grupos de direitos humanos em Israel e na Europa criticaram a medida, com a Associação para os Direitos Civis em Israel entrando com uma petição na Suprema Corte. A Autoridade Palestina classificou a lei como uma tentativa de "legitimar execuções extrajudiciais", e o Conselho da Europa indicou a possibilidade de retirar o status de observador de Israel na APCE.
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