Empresas são consideradas peça-chave no enfrentamento à violência de gênero, devendo atuar na prevenção, intervenção e acolhimento, além de promover transformações culturais para combater o feminicídio no Brasil.
Empresas são consideradas fundamentais no combate à violência de gênero no Brasil, com a expectativa de que atuem em três frentes: prevenção, intervenção e acolhimento. Essa abordagem visa promover transformações culturais necessárias para enfrentar as causas do feminicídio, que resultou em 2,1 mil vítimas e 4,7 mil tentativas em 2025. A discussão enfatiza que o foco não deve ser apenas no endurecimento da legislação penal, mas também na criação de ambientes de trabalho livres de violência.
Iniciativas como o Canal Mulher da Magazine Luiza, que oferece suporte a funcionárias vítimas de violência doméstica, incluindo um botão de denúncia, exemplificam o papel corporativo. A primeira-dama Rosângela Lula da Silva também destacou a importância de apoiar ações que criminalizam a misoginia, especialmente diante da proliferação de conteúdos hostis na internet, e a mídia pública é vista como crucial para debater o tema e formar novos imaginários sociais.
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