GPA e Raízen registraram quedas superiores a 20% em março e foram excluídas do Ibovespa, após solicitarem recuperação extrajudicial para reestruturação de dívidas.
As ações do GPA (PCAR3) e da Raízen (RAIZ4) sofreram quedas significativas em março, com desvalorizações de quase 30% e 21,54%, respectivamente. Em decorrência dessa performance, ambas as companhias foram excluídas do Ibovespa e de outros índices da B3, refletindo um cenário de preocupação do mercado.
O GPA solicitou recuperação extrajudicial para reestruturar aproximadamente R$ 4,5 bilhões em dívidas sem garantia, enquanto a Raízen também avançou com seu processo de recuperação extrajudicial, já aprovado pela Justiça, para reestruturar cerca de R$ 65,1 bilhões em dívidas. A Fitch Ratings rebaixou o rating do GPA de "A" para "CCC", citando dificuldades de refinanciamento e liquidez apertada. Especialistas indicam que a reestruturação do GPA pode envolver a emissão de novas ações, o que diluiria os atuais acionistas.
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