Alckmin deixará Ministério do Desenvolvimento em 2 de abril
O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou que se desincompatibilizará do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços em 2 de abril para atender à legislação eleitoral.
Pontos principais
- Geraldo Alckmin deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços em 2 de abril.
- A saída visa cumprir a legislação eleitoral, permitindo que Alckmin concorra a um cargo eletivo.
- Ele permanecerá como vice-presidente, mas seu futuro político e a participação na chapa de reeleição de Lula são incertos.
- O PSB, partido de Alckmin, defende sua manutenção como vice-presidente na chapa de Lula.
- Lula sugeriu a possibilidade de Alckmin ser candidato ao Senado em São Paulo.
O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou sua saída do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para 2 de abril. A medida é necessária para que ele possa cumprir a legislação eleitoral e se tornar elegível para concorrer a qualquer cargo nas próximas eleições. Embora Alckmin permaneça como vice-presidente, seu futuro político é incerto, com discussões sobre sua possível participação na chapa de reeleição do presidente Lula ou uma candidatura a outro cargo.
O Partido Socialista Brasileiro (PSB), ao qual Alckmin é filiado, defende sua permanência como vice-presidente, considerando-o um ponto inegociável na aliança eleitoral. No entanto, o presidente Lula já sinalizou a possibilidade de Alckmin concorrer ao Senado na chapa de Fernando Haddad em São Paulo, uma opção que o vice-presidente prefere evitar. Dirigentes do PSB admitem que a pressão de Lula sobre o futuro de Alckmin tem gerado constrangimento na relação, e fontes indicam que, caso não seja mantido como vice, Alckmin poderia optar por não concorrer a nenhum cargo público.
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