Geraldo Alckmin reiterou que deixará o Ministério do Desenvolvimento em abril para cumprir o prazo eleitoral, mencionando Haddad, França e Tebet como opções para o governo de São Paulo e adiando a decisão sobre sua candidatura em 2026.
O vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou que deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços em abril, cumprindo o prazo estabelecido pela legislação eleitoral para desincompatibilização. A data limite para a saída é 2 de abril, mas Alckmin manterá sua posição como vice-presidente da República. Durante o anúncio, ele mencionou Fernando Haddad, Márcio França e Simone Tebet como potenciais candidatos ao governo de São Paulo, sinalizando as discussões em torno da sucessão estadual.
A movimentação de Alckmin é um passo estratégico no cenário político, especialmente com as eleições de 2026 no horizonte. Embora sua saída do ministério seja iminente, a decisão sobre sua participação como vice na chapa presidencial de Lula para a próxima eleição ainda não foi definida e será avaliada futuramente. Alckmin expressou honra e felicidade em participar do governo Lula, ajudando o Brasil, e não respondeu sobre a possibilidade de repetir a chapa com o presidente.