Larry Fink, CEO da BlackRock, alertou que o preço do petróleo atingindo US$ 150 por barril, impulsionado pelo conflito no Oriente Médio, desencadearia uma recessão global.
Larry Fink, CEO da BlackRock, a maior gestora de ativos do mundo, alertou que um aumento no preço do petróleo para US$ 150 por barril, impulsionado pelo conflito no Oriente Médio, desencadearia uma recessão global. Segundo Fink, essa alta teria implicações profundas para a economia mundial, afetando desproporcionalmente as populações mais pobres. Ele enfatizou que, ao contrário da crise financeira de 2007-2008, as instituições financeiras estão mais seguras atualmente.
Em paralelo, Fink defendeu o investimento em inteligência artificial, negando a existência de uma bolha e destacando a corrida pela liderança tecnológica. Ele ressaltou a necessidade de energia barata para o avanço da IA e previu que a tecnologia criará uma vasta quantidade de empregos, especialmente em setores técnicos. O CEO criticou a Europa por sua inação em energia e os EUA por não focarem mais em energia solar para suportar a IA.
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