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Petróleo Brent ultrapassa US$ 110 com EUA avaliando proposta do Irã

O preço do petróleo Brent superou US$ 110 o barril, enquanto o Presidente Trump avalia uma proposta iraniana para encerrar o conflito, com anúncio esperado em breve.

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Foto: Bloomberg - Markets
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27/04 às 19:05 · atualizado 28/04 às 09:08

Pontos principais

  • O petróleo Brent subiu acima de US$ 110 o barril.
  • O Presidente Trump está avaliando uma proposta do Irã para acabar com a guerra.
  • A Casa Branca indicou que o Presidente Trump fará um anúncio sobre o acordo "muito em breve".
  • O Goldman Sachs projeta que o preço do petróleo Brent pode chegar a US$ 90/barril até o quarto trimestre de 2025.
  • O banco também projeta que o preço do barril pode se aproximar de US$ 120 em 2026.
  • As projeções de alta são atribuídas à tensão EUA-Irã e interrupções no Estreito de Hormuz.
  • Analistas como Mark Haefele (UBS) preveem crescimento econômico mesmo com preços mais altos do petróleo.
  • Cayla Seder (State Street) discute a próxima decisão de taxa do Federal Reserve.

O preço do petróleo Brent ultrapassou US$ 110 o barril, impulsionado pela expectativa de um anúncio do Presidente Trump sobre uma proposta do Irã para encerrar o conflito. A Secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o Presidente Trump abordará o acordo "muito em breve", gerando volatilidade no mercado de energia.

Este cenário de alta se alinha com as projeções do Goldman Sachs, que elevou suas estimativas para o petróleo. O banco prevê que o Brent pode atingir US$ 90/barril até o quarto trimestre de 2025 e se aproximar de US$ 120 em 2026. Essas projeções são motivadas pela tensão contínua entre EUA e Irã, a menor produção no Golfo Pérsico e as interrupções no Estreito de Hormuz. A normalização das exportações do Golfo é agora esperada para o final de junho, mais tarde do que o previsto inicialmente.

Analistas como Mark Haefele, da UBS Global Wealth Management, preveem crescimento econômico apesar dos preços mais altos do petróleo, enquanto Cayla Seder, da State Street, discute a próxima decisão de taxa do Federal Reserve. O Goldman Sachs não prevê uma recessão global, a menos que o Estreito de Hormuz permaneça amplamente fechado, indicando que a instabilidade geopolítica é o principal fator de pressão sobre os preços globais da commodity.

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