O Goldman Sachs identificou uma crescente divergência no desempenho econômico dos mercados emergentes, impulsionada por dois fatores principais: o choque nos preços do petróleo, decorrente do fechamento do Estreito de Ormuz, e a expansão global dos investimentos em inteligência artificial. Enquanto importadores de energia enfrentam pressões inflacionárias e de custo, nações com forte exposição ao setor de tecnologia têm registrado um desempenho superior em suas moedas e balanças comerciais. O banco mantém uma recomendação positiva para ativos de países como Brasil, China e Coreia do Sul. No caso específico do Brasil, a instituição projeta que a atividade econômica será sustentada por estímulos fiscais e pela expansão do crédito antes do período eleitoral, servindo como um contrapeso à volatilidade externa provocada pela crise energética global.
1 jun, 06:15
19 mai, 18:05
30 mar, 06:00
25 mar, 08:00
9 mar, 10:02
Carregando comentários...