A CPMI que investiga fraudes no INSS considera a condução coercitiva de Martha Graeff, ex-noiva do empresário Daniel Vorcaro, após ela não ser localizada para depor.
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está avaliando a possibilidade de solicitar a condução coercitiva de Martha Graeff, ex-noiva do empresário Daniel Vorcaro. A medida é considerada após a influenciadora não ter sido localizada para prestar depoimento, mesmo após diversas tentativas de contato pela Polícia Legislativa do Senado.
Graeff havia sido convocada como testemunha para fornecer esclarecimentos sobre as conexões políticas de Vorcaro e informações cruciais relacionadas ao caso do Banco Master e as relações do grupo investigado. A ausência da testemunha ocorre em um momento decisivo para a comissão, que busca consolidar provas e esclarecer o esquema, mas o prazo curto para o encerramento da CPMI, previsto para 28 de março, pode dificultar a execução da condução coercitiva.
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