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Ex de banqueiro preso age para se desvincular e estuda ir à Justiça

Martha Graeff, ex-namorada do banqueiro Daniel Vorcaro, preso na Operação Compliance Zero, busca se desvincular publicamente dele após vazamento de mensagens e estuda acionar a Justiça.

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Foto: InfoMoney
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08/03 às 20:01 · atualizado há 4m

Pontos principais

  • A influenciadora Martha Graeff contratou assessoria e advogado para se desvincular de Daniel Vorcaro, preso na Operação Compliance Zero.
  • Vorcaro é investigado por irregularidades bancárias e apontado pela PF como líder de organização criminosa.
  • Mensagens pessoais entre Graeff e Vorcaro, com menções a autoridades, foram periciadas pela PF e tornaram-se públicas.
  • A defesa de Graeff classifica a exposição das mensagens como "grave violência" e violação de privacidade, planejando ações judiciais.
  • A assessoria de Graeff afirma que o relacionamento terminou há meses, era à distância e que ela não tem envolvimento nos negócios de Vorcaro.

A influenciadora Martha Graeff, ex-namorada do banqueiro Daniel Vorcaro, preso na Operação Compliance Zero, tomou medidas legais e de comunicação para se desvincular publicamente do empresário. A decisão surge após a divulgação de mensagens pessoais entre os dois, encontradas no celular de Vorcaro e periciadas pela Polícia Federal, que vieram a público e citavam encontros com autoridades e políticos. Vorcaro é investigado por irregularidades na gestão de seu banco e é apontado pela PF como líder de uma organização criminosa.

A defesa de Martha Graeff, por meio de seu advogado Lúcio de Constantino, expressou indignação pela exposição ilegal das mensagens, classificando-a como uma "grave violência" e violação de privacidade. A assessoria da influenciadora esclareceu que o relacionamento com o banqueiro terminou há meses, era à distância, e que ela não possui qualquer envolvimento com os negócios dele. A defesa planeja tomar as medidas judiciais cabíveis para proteger os direitos de sua cliente, argumentando que a publicidade das mensagens é inócua para procedimentos investigativos e serve à "vilipendiação da esfera privada feminina".

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