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Martha Graeff alega vazamento de mensagens para proteger culpados no Caso Master

Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro, afirmou que o vazamento de suas mensagens íntimas foi uma estratégia para desviar o foco dos verdadeiros responsáveis pelo Caso Master e negou envolvimento.

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Foto: Gazeta do Povo
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09/04 às 10:48 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • Martha Graeff declarou que suas mensagens íntimas foram vazadas e que isso visava proteger os culpados no Caso Master.
  • Ela, ex-noiva de Daniel Vorcaro, negou qualquer irregularidade ou benefício financeiro no caso do Banco Master, afirmando não ser investigada nem acusada.
  • Graeff alegou ter sido "linchada" e "vulgarizada" pela associação ao caso, e que desconhecia irregularidades durante o relacionamento.
  • O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025, com um rombo de quase R$ 52 bilhões no FGC.
  • Daniel Vorcaro firmou um acordo de confidencialidade para uma possível delação premiada.

Martha Graeff, ex-noiva de Daniel Vorcaro, envolvido no Caso Master, alegou que o vazamento de suas mensagens íntimas foi uma ação deliberada para desviar a atenção e proteger os verdadeiros culpados. A influenciadora defendeu-se publicamente, afirmando ter sido "arrastada para um lamaçal que não lhe pertence", "linchada" e "vulgarizada" pela associação ao caso. Ela negou qualquer irregularidade ou benefício financeiro, como imóveis ou carros, de Vorcaro, e ressaltou que seu patrimônio é o mesmo de dois anos atrás.

Graeff enfatizou que não é investigada nem acusada e que desconhecia irregularidades durante o relacionamento, alegando que muitas situações, incluindo o noivado, foram surpresas. Ela criticou o vazamento de mensagens pessoais, classificando-o como "atrocidade" e "covardia". O Caso Master, no qual Daniel Vorcaro está implicado, resultou na liquidação do Banco Master pelo Banco Central em novembro de 2025, com um rombo recorde de quase R$ 52 bilhões no FGC e prejuízo de quase R$ 2 bilhões para fundos de Previdência de Estados e municípios. Vorcaro firmou um acordo de confidencialidade para uma possível delação premiada, enquanto a alegação de Graeff adiciona uma nova camada de complexidade às discussões sobre os envolvidos.

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