A Argentina marca 50 anos do golpe militar que instaurou a ditadura mais sangrenta do país, enquanto o governo de Javier Milei revisa as políticas de memória.
A Argentina marca neste 24 de março os 50 anos do golpe militar que deu início à sua ditadura mais sangrenta. A data é lembrada em um contexto de revisão das políticas de memória dos governos anteriores, promovida pela atual administração de Javier Milei. Apesar das mudanças, organizações da sociedade civil continuam a exigir justiça e a conclusão dos julgamentos contra os repressores daquele período.
Os crimes cometidos durante a ditadura são reafirmados como imprescritíveis, e o trabalho de identificação de vítimas prossegue. A ONG Equipe Argentina de Antropologia Forense, por exemplo, já identificou 1.650 corpos, mesmo enfrentando dificuldades em suas operações.
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