O presidente argentino Javier Milei condenou o Irã e reafirmou o apoio de seu país aos Estados Unidos e a Israel durante um discurso em Buenos Aires. A declaração ocorreu no 34º aniversário do atentado à embaixada de Israel, que em 1992 resultou na morte de 22 pessoas e deixou mais de 200 feridos. A justiça argentina atribui a autoria do ataque ao Irã e ao Hezbollah.
Milei enfatizou que "diante do terrorismo não pode haver trégua" e destacou que EUA e Israel estão empenhados em "pôr fim ao regime iraniano". Em resposta à escalada de tensões, o governo argentino elevou o nível de segurança e classificou as Forças Quds iranianas como organização terrorista. Este posicionamento ocorre em um contexto de ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, que por sua vez respondeu com bombardeios e ameaças ao fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz.
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