O desconhecimento sobre a neuromielite óptica (NMO) e a indisponibilidade de tratamentos no SUS dificultam o diagnóstico e agravam a condição de pacientes no Brasil.
O desconhecimento generalizado sobre a neuromielite óptica (NMO), uma doença neurodegenerativa autoimune rara e grave, tem levado a diagnósticos tardios e tratamentos inadequados no Brasil. A condição, que afeta o nervo óptico, cérebro e medula espinhal, é frequentemente confundida com esclerose múltipla, o que agrava o quadro dos pacientes. Apesar dos esforços de conscientização de entidades como a NMO Brasil, fundada por pacientes, o acesso a medicamentos específicos e tratamentos multidisciplinares no Sistema Único de Saúde (SUS) permanece limitado.
Mesmo com a aprovação de alguns medicamentos pela Anvisa, a falta de disponibilidade no SUS, justificada por questões de custo-efetividade, obriga muitos pacientes a recorrerem à justiça para garantir o tratamento. Uma exposição na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) busca dar visibilidade à NMO e suas sequelas, destacando a urgência de políticas públicas. O Brasil instituiu o Dia Nacional de Conscientização sobre NMO em 27 de março, agora também reconhecido como o Dia Mundial da Conscientização da NMO.
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