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Campanha nacional alerta para o glaucoma, principal causa de cegueira

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia e a Sociedade Brasileira de Glaucoma lançaram uma campanha para conscientizar sobre o glaucoma, doença que afeta 1,7 milhão de brasileiros e é a principal causa de cegueira irreversível.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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04/05 às 16:01

Pontos principais

  • A campanha "24 Horas pelo Glaucoma - 24 Dias de Cuidado" foi lançada pelo CBO e SBG para mobilizar o país em maio.
  • O objetivo é conscientizar sobre o glaucoma, uma doença silenciosa e a principal causa de cegueira irreversível.
  • No Brasil, cerca de 1,7 milhão de pessoas vivem com glaucoma, e o diagnóstico tardio é um grande desafio devido à ausência de sintomas iniciais.
  • Fatores de risco incluem histórico familiar, idade acima de 40 anos, alta miopia e predisposição em pessoas negras e asiáticas.
  • O SUS oferece acesso a diagnóstico, acompanhamento e tratamento para glaucoma, e houve um aumento de 65% nos exames via SUS entre 2019 e 2025.

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) lançaram a campanha "24 Horas pelo Glaucoma - 24 Dias de Cuidado" para conscientizar a população sobre a doença, que é a principal causa de cegueira irreversível no Brasil. A iniciativa busca promover o diagnóstico precoce, visto que o glaucoma é uma condição silenciosa que afeta aproximadamente 1,7 milhão de brasileiros, muitos dos quais só descobrem a doença em estágios avançados devido à ausência de sintomas iniciais.

A campanha, que inclui a produção e distribuição de conteúdos educativos para médicos, gestores e o público em geral, destaca a importância do acompanhamento regular, especialmente para grupos de risco como pessoas com histórico familiar, maiores de 40 anos, com alta miopia ou de ascendência negra e asiática. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece diagnóstico, acompanhamento e tratamento para o glaucoma, e dados recentes indicam um aumento de 65% nos exames realizados via SUS entre 2019 e 2025, embora ainda existam disparidades regionais no acesso.

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