A Transparência Internacional apontou a intimação do presidente da Unafisco, Kléber Cabral, como um "efeito inibidor" sobre órgãos de controle no Brasil.
A Transparência Internacional, em seu relatório sobre o cumprimento da Convenção Anticorrupção da OCDE pelo Brasil, destacou a intimação de Kléber Cabral, presidente da Unafisco, como um exemplo de "efeito inibidor" sobre os órgãos de controle no país. Cabral foi intimado a depor como investigado pela Polícia Federal após criticar uma operação que visava auditores da Receita Federal.
A operação da PF, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes a pedido da Procuradoria-Geral da República, investiga auditores por suspeita de vazamento de dados sigilosos de ministros do Supremo Tribunal Federal. A Transparência Internacional avalia que o episódio gerou um ambiente de "choque e medo", comprometendo a capacidade da Receita Federal de combater a corrupção e criando um forte efeito inibidor entre os auditores fiscais.
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