O ministro Gilmar Mendes, do STF, barrou a quebra de sigilo de um fundo conectado ao Banco Master e à empresa de Dias Toffoli, intensificando a tensão com CPIs.
A tensão entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) aumentou após o ministro Gilmar Mendes vetar a quebra de sigilo de um fundo vinculado ao Banco Master, que comprou participação na empresa de Dias Toffoli. A decisão gerou críticas de parlamentares, que a interpretaram como uma tentativa de contornar um veto anterior de Mendes à quebra de sigilo da Maridt, empresa de Toffoli. O ministro Gilmar Mendes, por sua vez, criticou a conduta das CPIs, apontando "fraude à decisão" e a adoção de "expedientes indiretos" para acessar informações.
O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, acusou o ministro de criar um "muro de proteção" em torno de Toffoli. Em paralelo, o ministro Flávio Dino cobrou esclarecimentos do presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana, sobre o envio de emendas para a Igreja Lagoinha, ligada ao dono do Banco Master. Diante do cenário, há articulação no Congresso para a criação de uma CPI focada em investigar possíveis ligações de ministros do STF, como Toffoli e Alexandre de Moraes, com o Banco Master.
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