O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que Cuba oferecerá “resistência inexpugnável” contra as ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump. As declarações de Díaz-Canel surgem em resposta ao desejo manifestado por Trump de “tomar” e “libertar” a ilha, em um contexto de negociações em andamento entre os dois países. Fontes indicam que o governo Trump busca a saída de Díaz-Canel, embora mantendo o governo comunista no poder.
Cuba enfrenta uma grave crise energética e um apagão generalizado, que o governo cubano atribui ao bloqueio americano e à interrupção do fornecimento de petróleo da Venezuela. Washington justifica sua política, que inclui um embargo desde 1962, citando a “ameaça excepcional” que Cuba representa para a segurança nacional dos EUA, devido às suas relações com China, Rússia e Irã.
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