Trump quer tomar Cuba: entenda a pressão americana, os apagões e os sinais de que o regime pode ceder
O presidente dos EUA, Donald Trump, intensifica a pressão sobre Cuba, que enfrenta uma grave crise energética e apagões, levando o regime cubano a iniciar negociações com os americanos, que exigem a saída de Miguel Díaz-Canel.
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17/03 às 09:37
Pontos principais
- Donald Trump declara que seria uma "honra" para ele "tomar Cuba", intensificando a pressão americana sobre a ilha.
- Cuba enfrenta uma severa crise energética e apagões frequentes após os EUA impedirem o envio de petróleo e dinheiro da Venezuela e imporem tarifas contra países que vendam combustível à ilha.
- O governo cubano, liderado por Miguel Díaz-Canel, foi forçado a iniciar negociações com os Estados Unidos em meio à crise e protestos populares.
- Os EUA, através do secretário de Estado Marco Rubio, pressionam pela saída de Díaz-Canel para o avanço das negociações, sem exigir mudanças amplas no regime comunista ou ações contra a família Castro.
- Conversas secretas estariam sendo conduzidas por assessores de Marco Rubio e, possivelmente, pelo próprio secretário com Raúl Guillermo Rodríguez Castro, neto de Raúl Castro.
- A política de Trump reverteu a abertura de Barack Obama e recolocou Cuba na lista de países que patrocinam o terrorismo.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Donald Trump (presidente dos Estados Unidos)Nicolás MaduroMiguel Díaz-Canel (presidente de Cuba)Marco Rubio (secretário de Estado dos EUA)Raúl Guillermo Rodríguez Castro ("Raulito" ou "El Cangrejo")Raúl Castro (ex-presidente cubano)Fidel CastroMario Díaz-Balart (congressista republicano)Barack Obama
Organizações
Casa BrancaPartido ComunistaThe New York TimesAxiosMiami HeraldBBC
Lugares
CubaEstados UnidosVenezuelaCaracasCaribeRússiaChinaIrãHavana
