Israel declarou que os libaneses deslocados não retornarão às suas casas até que a segurança dos israelenses na fronteira seja garantida. A medida ocorre em meio à intensificação da campanha militar israelense contra o Hezbollah no sul do Líbano. Tropas israelenses entraram em novas áreas da região, em uma ofensiva que o porta-voz militar, tenente-coronel Nadav Shoshani, descreveu como "limitada e direcionada". A nova operação foi iniciada após o ministro da Defesa, Israel Katz, ordenar a expansão da campanha militar. Katz alertou que o Líbano pode sofrer perdas territoriais e danos à infraestrutura se o Hezbollah não for desarmado. O envio de reforços israelenses ao Líbano seguiu-se a um ataque de foguetes do Hezbollah em 2 de março, que foi uma retaliação ao assassinato do líder supremo do Irã em 28 de fevereiro, no início da guerra entre EUA/Israel e Irã.
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