Os Correios renegociaram 98,2% de suas dívidas com fornecedores, alcançando uma economia de R$ 321 milhões. A iniciativa faz parte de um plano de reestruturação da empresa, que busca aliviar o caixa e melhorar a liquidez. A renegociação envolveu a dispensa de multas e juros, com parte dos pagamentos sendo parcelada nominalmente. Para viabilizar essas negociações, os Correios obtiveram um empréstimo de R$ 12 bilhões com garantia da União.
As medidas de reestruturação são cruciais para a empresa, que registrou um prejuízo de R$ 6,057 bilhões de janeiro a setembro do ano passado. Além da renegociação de dívidas, os Correios planejam vender cerca de R$ 600 milhões em imóveis e implementaram um Plano de Demissão Voluntária (PDV) para até 10 mil funcionários. A revisão do plano de saúde dos empregados (Postal Saúde) também gerou uma economia de R$ 70 milhões em janeiro, com expectativa de R$ 500 milhões a R$ 700 milhões em 2026.
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