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Líder do governo Ibaneis é alvo de operação por fraude na Educação

O Ministério Público do Distrito Federal investiga um esquema de desvio de R$ 46 milhões na Secretaria de Educação do DF, tendo como alvo o deputado João Hermeto de Oliveira Neto.

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Foto: InfoMoney
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12/03 às 11:03

Pontos principais

  • O Ministério Público do Distrito Federal deflagrou uma operação para investigar desvio de R$ 46 milhões na Secretaria de Educação do DF.
  • O deputado João Hermeto de Oliveira Neto, líder do governo Ibaneis Rocha, é um dos alvos da operação.
  • Mandados de busca e apreensão foram cumpridos no gabinete e residência do deputado.
  • A investigação apura crimes como corrupção, peculato, licitação fraudulenta, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
  • Relatórios da Polícia Civil indicam que Hermeto teria direcionado verba pública para alugar um galpão abandonado para ser escola, mesmo com uma unidade pronta ao lado.
  • O deputado negou qualquer gestão ou participação em contratos administrativos da Secretaria de Educação.

Uma operação do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) investiga um esquema de desvio de R$ 46 milhões na Secretaria de Educação do DF. O deputado João Hermeto de Oliveira Neto, líder do governo Ibaneis Rocha na Câmara Legislativa, é um dos alvos, com mandados de busca e apreensão cumpridos em seu gabinete e residência. A investigação apura crimes como corrupção, peculato, licitação fraudulenta, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Relatórios da Polícia Civil apontam que o deputado teria direcionado verba pública para alugar um galpão abandonado para ser escola, mesmo com uma unidade pronta nas proximidades. O galpão seria propriedade de um empresário de São Paulo, também investigado, e o dinheiro teria sido usado para quitar aluguéis e pagar uma suposta reforma. Hermeto é acusado de intermediar o contato com o então secretário de Educação, João Pedro Ferraz dos Passos, para garantir a assinatura do contrato fraudulento. O deputado negou as acusações, afirmando que os recursos de seu mandato foram destinados a melhorias em escolas e que não teve participação em contratos administrativos da Secretaria de Educação.

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