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EUA iniciam investigações comerciais que podem levar a novas tarifas

O governo Trump iniciou investigações comerciais contra 16 parceiros por excesso de produção e sobre trabalho forçado em mais de 60 países, podendo resultar em novas tarifas.

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Foto: InfoMoney
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11/03 às 22:01 · atualizado 12/03 às 08:01

Pontos principais

  • Os EUA iniciaram investigações comerciais contra 16 parceiros por suposto excesso de produção.
  • A medida pode levar à imposição de novas tarifas, após a Suprema Corte derrubar a base legal anterior para as tarifas de Trump.
  • China, União Europeia, Índia, Japão, Coreia do Sul e México estão entre os possíveis alvos das tarifas.
  • Uma segunda investigação foi iniciada para proibir a importação de produtos feitos com trabalho forçado, abrangendo mais de 60 países.
  • Autoridades americanas se preparam para reuniões com homólogos chineses em Paris, antes de um encontro entre Trump e Xi Jinping em Pequim.

O governo do presidente Donald Trump iniciou novas investigações comerciais contra 16 parceiros dos Estados Unidos, alegando excesso de produção. Esta ação pode abrir caminho para a imposição de novas tarifas, após a Suprema Corte dos EUA ter derrubado a base legal anterior para as tarifas de Trump. Entre os países que podem ser alvo de tarifas estão China, União Europeia, Índia, Japão, Coreia do Sul e México, além de Taiwan, Vietnã e Suíça, que também estão sob investigação por excesso de capacidade.

Simultaneamente, uma segunda investigação foi lançada para proibir a importação de produtos feitos com trabalho forçado, abrangendo mais de 60 países. Esta medida pode expandir as restrições já existentes contra produtos da região de Xinjiang, na China. O governo Trump estabeleceu um cronograma rápido para as investigações, com uma audiência pública prevista para maio. As investigações buscam lidar com práticas comerciais desleais e reduzir o déficit comercial dos EUA. Autoridades americanas se preparam para se reunir com homólogos chineses em Paris, antes de um encontro entre Trump e Xi Jinping em Pequim.

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