Uma pesquisa recente da Tax Group aponta que o modelo de trabalho híbrido é o preferido por mais de 70% dos brasileiros. No entanto, o fator financeiro ainda se mostra decisivo na escolha profissional. O estudo revela que 58% dos entrevistados optariam por um trabalho totalmente presencial caso a remuneração fosse o dobro, evidenciando que, apesar do desejo por flexibilidade, o salário continua sendo um forte motivador.
O levantamento, que entrevistou 1.565 pessoas com média de 25 anos e maioria feminina (58%), também destaca que o custo invisível do deslocamento, incluindo tempo e trânsito, influencia a busca por modelos mais flexíveis. Profissionais com foco em resultados e ascensão de carreira demonstram maior disposição em aceitar menos flexibilidade em troca de melhores ganhos financeiros, transformando o regime de trabalho em um filtro para empresas e candidatos.
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