Os Estados Unidos estão sob escrutínio quanto à capacidade de seus estoques de munição para sustentar a guerra contra o Irã, apesar das garantias de autoridades como o secretário de Guerra Pete Hegseth e o almirante Brad Cooper. Enquanto o governo afirma ter recursos e determinação para a Operação Fúria Épica, a disparidade entre o custo e a reposição de drones iranianos e mísseis de defesa americanos, como os Patriot, gera preocupações. O presidente Donald Trump indicou que o conflito pode durar "quatro ou cinco semanas", com armas de alto nível em bom suprimento, mas não onde deveriam estar.
As preocupações se estendem à capacidade dos EUA de fornecer mísseis para múltiplas frentes, incluindo o Golfo e a Ucrânia, ao mesmo tempo em que reabastecem suas próprias forças. Os gastos iniciais da guerra já somam US$ 3,7 bilhões, principalmente em interceptores aéreos, com previsão de mais de US$ 3 bilhões para reposição. Esforços para aumentar a produção de defesa estão em andamento, com a Polônia e a Lockheed Martin sendo citadas, enquanto a Europa é incentivada a fortalecer sua própria capacidade produtiva.
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