STJ prorroga sindicância contra ministro Marco Buzzi por importunação
O STJ adiou para 14 de abril a conclusão da sindicância interna que investiga denúncia de importunação sexual contra o ministro Marco Aurélio Buzzi, que nega as acusações.
Pontos principais
- O Superior Tribunal de Justiça (STJ) prorrogou o prazo da sindicância contra o ministro Marco Aurélio Buzzi até 14 de abril.
- A investigação apura uma denúncia de importunação sexual ocorrida em janeiro, em Balneário Camboriú (SC).
- O ministro Buzzi foi cautelarmente afastado do tribunal durante o processo.
- A denúncia alega que Buzzi tentou agarrar uma jovem de 18 anos durante férias.
- O caso também é investigado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) devido ao foro privilegiado do ministro.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) prorrogou o prazo da sindicância interna que investiga uma denúncia de importunação sexual contra o ministro Marco Aurélio Buzzi. A comissão responsável solicitou a extensão do prazo, adiando a conclusão para 14 de abril, a fim de dar continuidade aos trabalhos. O ministro Buzzi, que nega veementemente as acusações, foi cautelarmente afastado de suas funções no tribunal.
A denúncia, formalizada por boletim de ocorrência, alega que o ministro teria tentado agarrar uma jovem de 18 anos em janeiro, durante suas férias em Balneário Camboriú (SC). Além da sindicância no STJ, o caso também está sob investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), em razão do foro por prerrogativa de função de Marco Aurélio Buzzi.
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