CPI do INSS nega vazamento de conversas de Moraes
O presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana, refutou acusações do STF sobre o vazamento de conversas sigilosas envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, enquanto a PF investiga a origem.
Pontos principais
- Senador Carlos Viana negou que a CPI do INSS tenha vazado conversas sigilosas de Alexandre de Moraes, após nota do STF atribuir a divulgação à comissão.
- O STF, a pedido de Moraes, afirmou que prints de mensagens atribuídos a Daniel Vorcaro não foram enviados a ele, mas a outros contatos.
- O ministro André Mendonça determinou que a Polícia Federal investigue o vazamento de dados sigilosos do celular de Daniel Vorcaro, sob custódia da PF e compartilhados com a CPI.
- Mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes, via prints de visualização única, levantaram dúvidas sobre o conteúdo e a conduta do ministro.
O presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana, negou veementemente que a comissão tenha sido responsável pelo vazamento de conversas sigilosas envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro. A declaração surge após uma nota do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitada por Moraes, atribuir a divulgação à CPI. Viana defendeu a atuação legal da comissão e cobrou a identificação da verdadeira origem do vazamento antes de culpar o Parlamento.
O caso ganhou repercussão com a divulgação de prints de mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes no dia da prisão do banqueiro, que levantaram questionamentos sobre o teor da comunicação e a conduta do ministro. Em resposta, o ministro André Mendonça, do STF, determinou que a Polícia Federal investigue o vazamento dos dados sigilosos do celular de Vorcaro, que estavam sob custódia da PF e foram compartilhados com a CPI.
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