O conflito no Oriente Médio entre Irã, Estados Unidos e Israel intensifica-se no seu quinto dia, com um aumento significativo no número de vítimas e a ampliação das operações militares. Os Estados Unidos intensificaram seus ataques por ar e mar, com o Secretário de Guerra Pete Hegseth reivindicando a autoria de um ataque de submarino que afundou um navio militar iraniano, o IRIS Dena, no Oceano Índico, resultando em 87 mortes. O Pentágono prometeu intensificar os bombardeios, enquanto o Irã retaliou com mísseis e drones contra Israel e ameaçou o presidente Donald Trump. A mídia estatal iraniana reportou que o número de mortos no Irã, decorrente dos ataques dos EUA e Israel, ultrapassou a marca de mil, atingindo 1.045. Israel, por sua vez, bombardeou Teerã e um complexo residencial no Líbano, ampliando sua ofensiva militar e emitindo um alerta de evacuação para o sul do Líbano.
A tensão política interna no Irã também se agravou com a morte do líder supremo Ali Khamenei nos ataques iniciais. O Irã está em processo de escolha de um novo líder supremo, com seu filho Mojtaba Khamenei surgindo como o favorito entre quatro candidatos. No entanto, o ministro da Defesa de Israel ameaçou assassinar o próximo líder supremo iraniano, independentemente de quem for o escolhido. Enquanto isso, a diplomacia global é desafiada: a Espanha negou cooperação militar com os EUA, apesar das ameaças de Trump, gerando um embate diplomático e um alerta na Europa. A OTAN, por sua vez, interceptou um projétil iraniano sobre a Turquia, mas minimiza o risco de uma guerra total envolvendo o bloco.
O Presidente dos EUA, Donald Trump, reiterou que um dos objetivos da guerra é aniquilar a Marinha do Irã, e o Almirante dos EUA Brad Cooper indicou que, até o momento, pelo menos 17 embarcações navais iranianas foram afundadas no conflito em curso. O Irã negou negociações secretas com a CIA e afirmou ter controle total do Estreito de Ormuz, crucial para o transporte de petróleo, levando a ameaças de intervenção dos EUA. O Irã alvejou mais de 10 navios e petroleiros desde o início da guerra e agora mira embarcações dos EUA e Reino Unido com carga para Israel. Governos europeus, como França, Grécia e Reino Unido, anunciaram reforço militar na região e expressaram preocupação com a escalada do conflito, que já registra vítimas em Israel, Líbano, Kuwait, Bahrein, Omã e entre militares americanos, além do Irã.
G1 Mundo • 5 mar, 00:00
InfoMoney • 4 mar, 19:25
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