A presença militar dos Estados Unidos no Oriente Médio, com 19 bases estratégicas, está sob crescente ameaça de retaliação iraniana, especialmente após um ataque coordenado entre EUA e Israel contra o Irã. Essas instalações, que custam mais de US$ 70 bilhões anualmente globalmente, visam garantir a segurança de aliados e dissuadir adversários, mas a escalada de tensões tem levado países como Arábia Saudita, Jordânia e Emirados Árabes Unidos a proibir o uso de seus territórios para ofensivas contra o Irã, temendo uma guerra regional.
A complexa rede de alianças na região se intensifica, com os EUA contando com parceiros como Israel e Arábia Saudita, enquanto o Irã mobiliza grupos xiitas como os houthis e o Hezbollah, além do Hamas. Países como Catar, Omã e Iraque buscam manter a neutralidade ou atuar como mediadores, evidenciando a delicada balança geopolítica e a falta de consenso mesmo entre aliados dos EUA sobre a abordagem a ser adotada.
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