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Plataformas de cripto no Brasil terão sigilo de clientes obrigatório a partir de março

Novas regras aprovadas pelo CMN e Banco Central obrigarão plataformas de criptoativos no Brasil a manter o sigilo das operações de seus clientes a partir de 1º de março, visando integrar o setor ao sistema financeiro e combater ilícitos.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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26/02 às 21:01

Pontos principais

  • Plataformas de criptoativos (SPSAVs) deverão manter o sigilo das operações de clientes a partir de 1º de março.
  • A medida enquadra o setor à Lei Complementar 105, que trata do sigilo bancário e comunicação de crimes.
  • O Banco Central afirma que a mudança promove isonomia regulatória e combate lavagem de dinheiro, fraudes e corrupção.
  • Novas resoluções do CMN e BC estabelecem critérios contábeis específicos para ativos virtuais, com entrada em vigor em 1º de janeiro de 2027.
  • A regulamentação busca equiparar o tratamento regulatório entre instituições financeiras tradicionais e empresas de criptoativos.

A partir de 1º de março, as plataformas intermediadoras de criptoativos no Brasil serão obrigadas a manter o sigilo das operações de seus clientes, conforme novas regras aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e pelo Banco Central. Essa medida visa integrar o setor de criptoativos ao sistema financeiro nacional, enquadrando-o à Lei Complementar 105, que estabelece o sigilo bancário e a comunicação de crimes. O Banco Central justifica a mudança como um passo essencial para promover a isonomia regulatória e fortalecer o combate à lavagem de dinheiro, fraudes e corrupção.

Além da obrigatoriedade do sigilo, novas resoluções do CMN e BC introduzem critérios contábeis específicos para ativos virtuais, que entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2027. Essa regulamentação busca alinhar o tratamento contábil a práticas internacionais, aumentando a transparência e equiparando o tratamento regulatório entre instituições financeiras tradicionais e empresas de criptoativos. O objetivo final é ampliar a confiança dos investidores, fortalecer a gestão de riscos e contribuir para a estabilidade do sistema financeiro como um todo.

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