Anbima estabelece regras para custódia de criptoativos
A Anbima divulgou novas regras para a custódia de criptoativos, complementando a regulação do Banco Central e buscando aumentar a segurança e a confiança no mercado.
Pontos principais
- A Anbima publicou regras para instituições que oferecem serviços de custódia de ativos virtuais.
- A autorregulação visa complementar a Resolução 520 do Banco Central, que entra em vigor em outubro.
- As diretrizes buscam reduzir improvisos e assimetrias no crescente mercado de criptoativos.
- Detalhes incluem segregação patrimonial, cuidados com chaves privadas e responsabilidades dos custodiantes.
- É obrigatória a prova de reserva para comprovar a existência e os saldos dos ativos registrados em nome do cliente.
A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) estabeleceu novas regras para a custódia de criptoativos. O objetivo é complementar a regulação do Banco Central e fornecer um referencial de melhores práticas para o mercado, que está em fase de amadurecimento. A autorregulação, de caráter educativo, busca reduzir improvisos e assimetrias, além de aumentar a proteção ao investidor.
Entre as diretrizes, destacam-se a segregação patrimonial, os cuidados com as chaves privadas, as responsabilidades dos custodiantes e a comunicação com os clientes. A medida também exige a prova de reserva para comprovar a existência e os saldos dos ativos registrados em nome do cliente, visando dar mais segurança e confiança a uma atividade sensível no mercado de ativos virtuais.
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