As contas públicas brasileiras apresentaram um superávit primário de R$ 103,7 bilhões em janeiro de 2026, indicando que as receitas superaram as despesas, desconsiderando os juros da dívida. Este resultado, que abrange o governo federal, estados, municípios e empresas estatais, foi impulsionado por uma arrecadação federal recorde e contribuições de R$ 87,3 bilhões do governo federal e R$ 21,3 bilhões de estados e municípios. Contudo, o desempenho geral foi ligeiramente inferior ao de janeiro do ano anterior, que havia registrado R$ 104,1 bilhões.
Em contraste com o bom desempenho geral, as empresas estatais federais registraram um déficit de R$ 4,9 bilhões no mesmo período, quase cinco vezes maior que o do ano anterior e próximo do total de 2025. Os gastos com juros somaram R$ 63,6 bilhões, impactando o resultado nominal, que ficou em R$ 40,1 bilhões de superávit em janeiro. Esse aumento no rombo das estatais destaca a importância de uma análise detalhada dos diferentes componentes das contas públicas para uma compreensão completa da situação fiscal do país.
A dívida bruta do Brasil permaneceu em R$ 10,1 trilhões (78,7% do PIB) em janeiro. Já a dívida líquida do setor público, que inclui governo federal, estados e municípios, diminuiu para 65% do PIB, totalizando R$ 8,3 trilhões, com uma redução de 0,3 ponto percentual do PIB no mês.
Agência Brasil - EBC • 27 fev, 12:33
InfoMoney • 27 fev, 10:52
G1 Política • 27 fev, 08:48
31 mar, 10:03
31 mar, 09:01
30 mar, 10:01
24 fev, 09:02
29 jan, 13:53