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Bicheiro Adilsinho, o "mais sanguinário dos capos", é preso em Cabo Frio

Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, banqueiro do jogo do bicho e produtor de cigarros falsificados, foi preso em Cabo Frio, na terceira tentativa, sendo classificado como o "mais sanguinário dos capos" pela PF.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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26/02 às 12:05 · atualizado há 4m

Pontos principais

  • Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, foi detido em Cabo Frio por agentes da Ficco/RJ e PCERJ, na terceira tentativa de captura, após ser classificado como o "mais sanguinário dos capos do jogo do bicho" pelo superintendente da PF.
  • Ele é apontado como banqueiro do jogo do bicho, o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados no Rio de Janeiro e suspeito de dezenas de homicídios, incluindo rivais, desafetos, membros da máfia do cigarro e policiais.
  • Adilsinho estava foragido da Justiça Federal e era procurado pela Justiça estadual, com três mandados de prisão por homicídio e investigações sobre a morte de Marquinho Catiri e o assassinato do policial penal Bruno Killer.
  • A prisão é resultado da resiliência e integração da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/RJ), composta por PF e Polícia Civil, e foi dificultada pela proteção oferecida pela máfia do jogo do bicho, incluindo policiais.
  • Em uma das fábricas de cigarros clandestinas ligadas a Adilsinho, foram encontrados mais de 20 paraguaios em condição análoga à escravidão, e a quadrilha também operava exploração de máquinas caça-níqueis.

Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, apontado como banqueiro do jogo do bicho e o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados no Rio de Janeiro, foi preso em Cabo Frio. A operação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Civil do Rio de Janeiro (Ficco/RJ e PCERJ) resultou na captura do criminoso, que estava foragido da Justiça Federal e procurado pela Justiça estadual. Esta foi a terceira tentativa de prisão de Adilsinho, classificado pelo superintendente da PF, Fabio Galvão, como o "mais sanguinário dos capos do jogo do bicho", devido à sua responsabilidade por dezenas de homicídios, incluindo rivais, desafetos e até policiais. Ele possui três mandados de prisão por homicídio e é investigado pela morte de Marquinho Catiri e do policial penal Bruno Killer. A prisão de Adilsinho é um desdobramento importante no combate ao crime organizado no estado, representando um "presente para a sociedade fluminense" e um "baque para a máfia do jogo do bicho", segundo as autoridades. A estrutura criminosa de Adilsinho também operava fábricas clandestinas de cigarros, onde mais de 20 paraguaios foram encontrados em condição análoga à escravidão, e explorava máquinas caça-níqueis. O secretário de Polícia Civil do Rio, Felipe Curi, destacou a ousadia da quadrilha, mencionando o assassinato de um advogado em 2024 perto da OAB, e ressaltou a importância da integração policial e da resiliência das forças de segurança para desmantelar essa estrutura criminosa.

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