O Jogo do Bicho é uma modalidade de jogo de azar ilegal no Brasil, criada em 1892, que persiste clandestinamente e está frequentemente associada a atividades criminosas como lavagem de dinheiro e corrupção. Apesar de sua ilegalidade, o jogo se profissionalizou e se integrou a redes criminosas maiores, envolvendo bicheiros e, em alguns casos, a corrupção de agentes públicos. Operações policiais recentes, como Calígula e Pretorianos, visam desmantelar essas organizações, que incluem a exploração de máquinas de caça-níqueis e a participação de policiais militares e civis.
O Jogo do Bicho é uma modalidade de jogo de azar ilegal no Brasil, criado em 1892 no Rio de Janeiro. Apesar de sua ilegalidade, persiste em diversas regiões do país, frequentemente associado a atividades criminosas como lavagem de dinheiro, extorsão e corrupção. A exploração do Jogo do Bicho e outras atividades ilícitas, como máquinas de caça-níqueis, tem sido alvo de diversas operações policiais e investigações, como as Operações Calígula e Pretorianos, que visam desmantelar organizações criminosas ligadas a bicheiros.
O Jogo do Bicho surgiu no século XIX como uma forma de atrair visitantes para o Jardim Zoológico do Rio de Janeiro. Com o tempo, tornou-se uma prática de apostas popular e, posteriormente, foi declarado ilegal, mas continuou a operar na clandestinidade. Ao longo das décadas, a exploração do Jogo do Bicho se profissionalizou e se integrou a redes criminosas maiores, envolvendo a atuação de bicheiros e, em alguns casos, a corrupção de agentes públicos. Recentemente, operações como a Calígula (2022) e a Pretorianos (2024 e 2026) têm focado em desarticular essas redes, que incluem a exploração de máquinas de caça-níqueis e a lavagem de dinheiro. Essas investigações revelaram a participação de policiais militares e civis, que atuavam na segurança dos pontos de jogo ilegal, subornavam outros agentes para obter informações sigilosas ou direcionavam ações contra rivais.