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Quanto dos assassinatos de mulheres a polícia reconhece como femicídio — de metade a dois terços.
Os femicídios sobre todas as vítimas mulheres, mulheres trans e travestis de homicídio doloso no SAT.
Oscila entre 51% e 67% desde 2017, e ficou em 66,3% em 2024. No Brasil a mesma proporção é menor, e a diferença é tanto de violência quanto de quanto cada polícia aplica a qualificadora.
A quebra vem do SAT, o módulo do SNIC que registra cada homicídio doloso com a vítima, a arma e a circunstância, desde 2017. Em todos os anos o SAT tem o mesmo número de vítimas que o total do SNIC, com diferença de no máximo três.
| Período | Proporção de femicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 66,3% | +12,7 p.p. |
| 2023 | 53,6% | −6,7 p.p. |
| 2022 | 60,3% | −7,1 p.p. |
| 2021 | 67,4% | +6,8 p.p. |
| 2020 | 60,6% | +9,2 p.p. |
| 2019 | 51,4% | −6,1 p.p. |
| 2018 | 57,5% | +1,8 p.p. |
| 2017 | 55,7% | — |