Em 14 de dezembro de 2025, um ataque terrorista na praia de Bondi, Sydney, durante o Hanukkah, resultou na morte de 15 pessoas e dezenas de feridos. Os atiradores, pai e filho, foram identificados como Sajid e Naveed Akram, com a polícia australiana classificando o evento como um ato terrorista inspirado pelo Estado Islâmico. O primeiro-ministro Anthony Albanese prometeu medidas rigorosas contra o extremismo e o antissemitismo, incluindo o endurecimento das leis de porte de armas, enquanto Naveed Akram foi acusado de terrorismo e múltiplos homicídios.
Em 14 de dezembro de 2025, um ataque terrorista ocorreu na praia de Bondi, em Sydney, Austrália, durante uma celebração do festival judaico de Hanukkah. O incidente resultou na morte de 15 pessoas e deixou dezenas de feridos. Os atiradores foram identificados como pai e filho, Sajid Akram, de 50 anos, e Naveed Akram, de 24 anos. A polícia australiana classificou o evento como um ato terrorista inspirado por ideologias do Estado Islâmico (EI), com o ataque planejado para atingir a comunidade judaica local. O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, prometeu medidas drásticas contra o extremismo e o antissemitismo, incluindo o endurecimento das leis de porte de armas.
O ataque de Bondi Beach foi o tiroteio em massa com o maior número de vítimas na Austrália desde o massacre de Port Arthur em 1996, que levou a um endurecimento significativo das leis de armas no país. A Austrália possui um histórico de leis rigorosas sobre armas de fogo, tornando incidentes desse tipo extremamente raros. O ataque ocorreu em um momento de crescente preocupação global com o antissemitismo e a radicalização, com as autoridades australianas investigando possíveis vínculos dos atiradores com grupos extremistas e uma viagem recente às Filipinas.
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