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SPX reduz participação na Raízen para 2,56% em meio a reestruturação

A gestora SPX reduziu para 2,56% sua fatia nas ações preferenciais da Raízen, empresa brasileira que avança em seu plano de recuperação extrajudicial.

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Foto: InvestNews
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06/11 às 09:45, atualizado 21:31

Pontos principais

  • A SPX informa que seus fundos passam a deter 66.304.583 ações preferenciais da Raízen, cerca de 2,56% do total.
  • A SPX informa posição vendida em 4.712.367 instrumentos derivativos referenciados por ações da Raízen, com liquidação exclusivamente financeira.
  • A SPX registra que, após evento comunicado pela Raízen em 3 de novembro, as ações passaram a ser negociadas na B3 como classe A (PNA), sob o código RAIZ55, em lugar do RAIZ4.
  • O conselho aprovou um aumento de capital de até R$ 39,8 bilhões, com piso de R$ 3,5 bilhões, como parte do plano de recuperação extrajudicial homologado pela Justiça.
  • A Shell se comprometeu a aportar até R$ 3,5 bilhões, e a Aguassanta Participações pode aportar até R$ 500 milhões, caso decida participar.

A Raízen comunicou ao mercado, em 5 de novembro, que recebeu correspondência da SPX Gestão de Recursos informando a alienação de sua participação relevante em ações preferenciais da companhia. Segundo a gestora, a venda foi feita em negociações realizadas ao longo dos últimos dias. A SPX também afirma que não existe qualquer acordo que regule o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários da Raízen pelos fundos que administra.

O aumento de capital é condição para que o plano de recuperação passe a valer. Os recursos captados em dinheiro vão, prioritariamente, para o capital de giro. O período para exercer o direito de preferência vai de 9 de novembro a 8 de dezembro de 2026. Segundo a Raízen, quem não exercer esse direito pode ter sua participação diluída em cerca de 57% se for captado o valor mínimo e em até 94% no máximo.

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