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Telescópio espacial Swift da NASA reentra na atmosfera sobre a Indonésia

O observatório Swift, da NASA, reentrou na atmosfera sobre o norte de Sumatra, na Indonésia, depois que uma missão de resgate falhou em elevar sua órbita.

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Foto: Canaltech
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05/11 às 13:45, atualizado 16:02

Pontos principais

  • Segundo a NASA, o observatório reentrou na atmosfera terrestre na quarta-feira (4), quase 22 anos após o lançamento.
  • A Força Espacial dos Estados Unidos confirmou a reentrada às 7h39 do horário do leste americano, ou 9h39 em Brasília, sobre a região norte de Sumatra, a cerca de 3,4° de latitude norte e 98,6° de longitude leste.
  • O satélite, de cerca de 1,4 tonelada, entrou em reentrada descontrolada a uma velocidade estimada em 22 vezes a do som, segundo a Reuters.
  • A NASA esperava que a maior parte da espaçonave queimasse na passagem pela atmosfera, mas afirmou que alguns componentes podem ter sobrevivido à reentrada.
  • Até o momento, não foram registrados danos materiais ou feridos.
  • Uma missão de resgate lançada em julho, em parceria com a startup Katalyst, falhou ao tentar elevar a órbita do observatório e prolongar sua vida útil.
  • Lançado em 2004 para estudar explosões de raios gama, o Swift tinha missão principal prevista para dois anos e passou mais de duas décadas em operação.
  • Segundo a NASA, o observatório observou de explosões rápidas a galáxias ativas, supernovas, cometas e asteroides, e enviava alertas a outros observatórios para coordenar observações de acompanhamento.

O telescópio espacial Swift, da NASA, encerrou oficialmente suas atividades ao reentrar na atmosfera terrestre na quarta-feira (4), quase 22 anos após o lançamento. A reentrada, de forma descontrolada, ocorreu sobre a região norte de Sumatra, na Indonésia. O satélite, de cerca de 1,4 tonelada, atingiu as camadas superiores a uma velocidade estimada em 22 vezes a do som, segundo a Reuters. A Força Espacial dos Estados Unidos confirmou o horário, e a NASA, que esperava que a maior parte da estrutura queimasse, afirmou que alguns componentes podem ter sobrevivido.

A queda ocorreu após o fracasso de uma missão de resgate lançada em julho com a startup Katalyst, que tentava elevar a órbita do observatório para prolongar sua vida útil. Até o momento, não foram registrados danos materiais ou feridos. Lançado em 2004 para estudar explosões de raios gama, as mais poderosas do universo, o Swift tinha missão principal prevista para dois anos. Segundo a NASA, passou mais de duas décadas em operação, observando de explosões rápidas a galáxias ativas, supernovas, cometas e asteroides, e contribuiu para milhares de artigos científicos.

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