Boehringer licencia seis programas chineses contra câncer por até US$ 7 bi
A chinesa Sino Biopharm recebe US$ 358 mi em pagamentos iniciais e de curto prazo da alemã Boehringer Ingelheim; os US$ 7 bi são marcos potenciais.
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05/11 às 09:00, atualizado 11:58
Pontos principais
- A alemã Boehringer Ingelheim assinou com a Sino Biopharmaceutical um acordo de opção e licença para seis programas pré-clínicos contra câncer.
- Os programas são conjugados anticorpo-fármaco (ADCs), que levam a droga mais seletivamente às células tumorais, e engajadores de células T (TcEs), que ativam o sistema imune contra o tumor.
- Os US$ 7 bi em marcos potenciais cobrem opção, desenvolvimento, regulação e comercialização.
- Os royalties são escalonados, de até dois dígitos, sobre vendas futuras.
- Os direitos da Boehringer sobre quatro programas excluem China continental, Hong Kong e Macau; os outros dois podem ser mundiais.
- Cinco programas vêm da LaNova Medicines, de Xangai, e um da Beijing Tide Pharmaceutical, ambas subsidiárias da Sino Biopharm.
- A presidente do SBP Group, Theresa Tse, chama o acordo de segunda parceria entre as empresas.
- O acordo vem depois de a Boehringer abrir um centro de pesquisa e desenvolvimento em Xangai, em 12 de outubro.
A Boehringer Ingelheim, de Ingelheim (Alemanha), e a Sino Biopharmaceutical, de Hong Kong, anunciaram o acordo em 4 de novembro. A Sino Biopharm conduz o desenvolvimento inicial, e a Boehringer só pode exercer opções depois de marcos clínicos acordados.
A Boehringer e a Sino Biopharm classificam os seis programas como pré-clínicos e não nomeiam alvos nem indicações.
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